31 de ago de 2008

Email recebido do Grupo [Pedagogia-espirita] Dança na educação do espírito

Olá, amigos (as)!

Temos uma página para divulgação da Dança ( mostras, grupos, textos), no panorama da arte espírita . Por favor, ajude-nos a divulgar. Os grupos que tiverem sites e puderem adicionar o nosso link no site, nos agradecemos muito.

http://dancaespirita.wordpress.com/

Obs. Aqueles q souberem da existência de grupos de dança espírita pelo Brasil, nos passem os dados para que possamos cadastrá-los. Muito obrigada,

Dani /BH

24 de ago de 2008

ATENÇÃO, SENHORES PAIS E RESPONSÁVEIS!

Pedófilos têm criado comunidades no orkut e fóruns em que listam e trocam fotos e vídeos de crianças. As mamães e papais corujas que colocam vídeos no youtube de seus filhos tomando banho devem ficar atentos. Lembre-se sempre, a Internet é pública. Se quiser dividir a corujice por seus filhos com parentes e amigos, prefira fazer de forma privada, em sites e blogs com senha.

Além de listarem e trocarem fotos e vídeos de crianças, os pedófilos também têm copiado as fotos de meninas e meninos para fazerem perfis falsos de crianças, e assim se aproximar e assediar outras crianças. Tenha muito cuidado com as fotos de seus filhos no orkut. Coloque fotos apenas em que a criança esteja acompanhada de adultos, ou melhor, se quiser mostrar as fotos para parentes e amigos, prefira fazer um fotolog com senha. Assim só quem você permitir poderá ver as fotos. É bom lembrar que orkut só é permitido para maiores de 18 anos. Mas se você quer permitir que seus filhos usem esse ou outros sites de relacionamento e salas de bate-papo, monitore regularmente. Outros cuidados sugeridos com o orkut de seu filho: Oriente seus filhos a não adicionar pessoas adultas, que não sejam familiares ou amigas da família. Cuidado com os fakes de crianças. Repare nas outras crianças que seu filho adiciona. Se não há familiares nas fotos, nos scraps ou nos depoimentos, e os recados são apagados, desconfie. Atenção com os fakes de personagens infantis. Por trás deles pode esconder-se uma pessoa muito má-intencionada. Cuidado com os “infantilistas”. São pessoas que têm “fetiche” de ser tratados como crianças. Muitos usam fotos infantis e adicionam crianças. Repare sempre nas comunidades das pessoas que a criança adiciona. Monitore sempre o histórico de perfis e comunidades que seu filho visitou. Uma sugestão para maior proteção de seu filho no orkut, coloque no perfil dele o link do seu próprio perfil ou de seu e-mail pessoal, com um aviso de que está monitorando diariamente os contatos de seu filho. Assim os pedófilos saberão que a criança está protegida e terão receio em assediá-la. Isso também facilitaria entrar em contato com você caso alguém queira alertá-lo sobre problemas com o orkut de seu filho. O orkut criou novas ferramentas que bloqueia o recebimento de recados de desconhecidos e restringe a visualização do álbum de fotos apenas a amigos. Use-a para proteger seus filhos. Desconfie dos perfis de pessoas adultas que tem a maioria dos amigos crianças. O Orkut é um site de relacionamentos, e por mais que goste de crianças, é estranho um adulto se relacionar apenas com elas. Não permita que ele use a webcam sem sua presença. Cuidado com as falsas agências de modelos divulgadas no Orkut. Não envie fotos e dados pessoais de seus filhos para pessoas desconhecidas sem antes pedir-lhes uma referência. Se seu filho for assediado na Internet, DENUNCIE! Como denunciar: Por telefone: Disque 100 - Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes. Discagem gratuita em todo o território nacional. Polícia: Em caso de flagrante, a polícia deve ser acionada imediatamente. Conselhos tutelares: Os conselhos tutelares foram criados para zelar pelo cumprimento dos direitos das crianças e dos adolescentes. A eles cabe receber a notificação e analisar a procedência de cada caso, visitando as famílias. Se for confirmado o fato, o Conselho deve levar a situação ao conhecimento do Ministério Público. Varas da Infância e Juventude: Em municípios onde não há conselhos tutelares, as Varas da Infância e Juventude podem receber as denúncias. Delegacias de Proteção à Criança e ao Adolescente. Delegacias da Mulher também podem receber queixas. Pela Internet Centro de Defesa da Criança e do Adolescente www.cedeca.org.br Campanha Nacional de Combate à Pedofilia na Internet www.censura.com.br Departamento da Polícia Federal: aceita denúncia clicando em “fale conosco” em www.dpf.gov.br Safernet - www.safernet.org.br CPI da Pedofilia - secsweb@senado.gov.br Ministério da Justiça: Aceita denúncia pelo e-mail crime.internet@dpf.gov.br ou em “fale conosco” no site www.mj.gov.br Rede Nacional de Direitos Humanos: www.rndh.gov.br Agência de Notícias dos Direitos da Infância: www.andi.org.br/denuncie

19 de ago de 2008

Ler é uma brincadeira
Como estimular o seu filho a gostar de ler As crianças adoram hábitos que lhes dão algum controlo sobre o mundo feito pelos adultos. Inclua a leitura de um livro na rotina diária antes de dormir, por exemplo. Fora isso, habitue-os a ler a brincar tudo o que apanharem, desde rótulos de comida a posters na rua. Esta é a melhor maneira de virem a gostar de ler, perícia fundamental para o sucesso escolar e profissional. Quantos livros tem em casa? O contexto familiar é o ponto de partida. Se não tem livros em casa, é provável que os seus filhos tenham dificuldade em aprender o que são e em vir mais tarde a gostar de ler. Ofereça uma estante ao seu filho e vá construindo uma biblioteca infantil. Ensine-o a cuidar bem dos livros e a arrumá-los. Leia alto para os seus filhos Ler em voz alta é uma das coisas mais importantes que pode fazer pelo desenvolvimento do seu filho. Mesmo pequenos, os bebés fixam-se na leitura. Comece cedo, sem vergonha de não ser compreendida, com livros com mais imagens do que texto. Mantenha o hábito, evoluindo então para textos mais extensos. Um livro ou uma pequena história por dia demora apenas 15 minutos. Ao fim de três dias a ler o mesmo livro é provável que já esteja farta da história. Mas isso é importante para criar as ligações imagem/significado que levarão o seu filho a ler. Repita então a história e incentive-o a fingir que lê também. Faça perguntas, recorde o que aconteceu, fale sobre as personagens. Para os que ainda não sabem ler, pergunte-lhes o que acham que os desenhos dizem. Tudo isso ajuda à contextualização e memorização da história. Se quiser, improvisem uma peça baseada no que leram. Tenha muitos livros em casa Peça como oferta para o seu filho livros em vez de brinquedos. Melhor ainda, convoque familiares e amigos para lerem os livros. Os miúdos adoram essa atenção. Outra boa ideia é levar o seu filho à biblioteca ou às livrarias, para se habituar a mexer nos livros e deixe-o escolher um exemplar. Aproveite e use ainda a imprensa para incentivar o seu filho a ler. As vantagens são muitas. Os jornais e revistas são muito apelativos do ponto de vista gráfico. Depois, não são só para adultos, alguns até oferecem secções ou suplementos dedicados às crianças. Um bom leitor de jornais e revistas fica sempre à frente na cultura geral. Além disso, ler muito é a maneira garantida de não dar erros a escrever e até a falar. Como pô-los a ler jornais Deixe-os primeiro ver que este tipo de leitura faz também parte da sua rotina (dê preferência à imprensa em vez da televisão para se informar). Esteja por perto para contextualizar e explicar as palavras mais complicadas. Não os obrigue a ter a sua opinião. Isso pode ser contraproducente. DicaCrie um mini clube do livro com os filhos dos seus amigos. Assim, multiplicam-se as opções de leitura. Podem ler em conjunto ou debater os assuntos dos livros.
Texto:
Joana Andrade

16 de ago de 2008

Crianças índigo - Verdade, misticismo ou criação do mercado?
A evolução é azul Novas gerações de crianças surpreendem adultos pelo nível intelectual e seu comportamento ativo e questionador Certo dia, durante uma aula de evangelização infantil em um centro espírita de Rio Preto, a psicopedagoga Maria Aparecida dos Santos é surpreendida pela atitude de um de seus alunos. O pequeno de apenas 5 anos, que nem parecia acompanhar sua explanação, espontaneamente vai até a lousa e rabisca palavras sem sentido, misturando letras e formas na construção do que parecia ser uma frase. Diante da reprovação dos outros que já dominavam as letras, ela se dirige ao garoto para que explique o que escreveu no quadro negro. “Ele fez uma explanação surpreendente do que Deus pretendia com os homens na Terra. Era aquilo que havia escrito. Por mais incoerente que possa parecer, a reflexão dele sobre a aula foi de uma profundidade pouco comum para uma criança”, relembra. Muitos pais já se questionaram sobre algum tipo de mudança no comportamento de crianças das novas gerações. Mais ativos e questionadores, alguns pequenos exigem novas formas de relacionamento no ambiente familiar e na escola, colocando em cheque muitos padrões tradicionais da sociedade contemporânea. Essa mudança realmente existe e há mais de três décadas é objeto de estudo de psicólogos, pedagogos, médicos e metafísicos, que buscam as razões para a contínua e crescente geração de crianças índigo. A mudança intelectual e comportamental começou a ser percebida na década de 1970, mas foi nos anos de 1980 que se tornou evidente. Estudiosos estimam que cerca de 90% dos nascidos atualmente são índigo. Com uma estrutura cerebral diferente no que se refere ao uso de potencialidades dos hemisférios esquerdo (menos) e direito (mais), essas crianças vão além do plano intelectual, sendo que o foco do seu brilho está no comportamental. Exigem do ambiente a sua volta certas características que não são comuns ou autênticas nas sociedades atuais. ParadigmasPara os pesquisadores norte-americanos Jan Tober e Lee Carroll, autores do livro “The Children Indigo”, sem tradução no Brasil, essa nova geração vem ao mundo para romper com dois paradigmas importantes. O primeiro é a diminuição do distanciamento entre o pensar e o agir. Por mais que todos saibam o que é certo e errado, freqüentemente a maioria age de forma diferente. Acredita-se que essas crianças vão induzir a diminuir este distanciamento, gerando uma sociedade mais autêntica, transparente, verdadeira e confiante. O segundo paradigma é a mudança do foco do “eu” para o “próximo”, diminuindo ou eliminando males como egoísmo, inveja, exclusão e opressão. A transformação desses padrões dá-se por meio do questionamento de entidades rígidas. Na família, que hoje está baseada na imposição de regras e na falta de tempo para o diálogo, os índigos vão forçar a aproximação, a troca sincera e a comunhão. Segundo a psicopedagoga rio-pretense, crianças índigo têm uma intuição muito apurada e conseguem perceber quando os pais estão mentindo. “Elas não aceitam justificativas vazias e esperam respostas coerentes e verdadeiras para seus questionamentos. Outro aspecto é a falta de medo nestas crianças. Não adianta fazer algum tipo de ameaça para que ela tenha um comportamento diferente”, comenta Maria Aparecida. Outra entidade vulnerável aos índigos é a escola e seu modelo de ensino sem interação e participação dos estudantes. Como possuem uma estrutura mental diferente, resolvem problemas conhecidos de uma maneira diferente, além de encontrar formas diferentes de raciocínio que abalam o modelo atual de ensino. Relembrando o caso de seu aluno de evangelização, Maria Aparecida disse acreditar que se a situação tivesse ocorrido em um ambiente escolar a criança poderia ser recriminada pelo próprio educador, que afirmaria estar errada a sua construção na lousa. “No entanto, é preciso observar que a criança apresenta um raciocínio muito apurado e é preciso aproveitar das suas deixas para auxilia-la no seu crescimento intelectual. Esse modelo “carteira e lousa” precisa ser repensado”, destaca. MissãoCom um comportamento mais ativo, crianças índigo podem ser encaradas pelos pais ou educadores como portadoras de algum tipo de distúrbio intelectual, como déficit de atenção ou hiperatividade. Segundo Maria Aparecida, um diagnóstico errado pode prejudicar todo o desenvolvimento dessa criança, que na verdade não apresenta nenhum tipo de distúrbio. “O seu comportamento funciona como um sinalizador para os pais. No entanto, muitos ainda insistem em encará-lo como algo fora dos padrões familiares tradicionais e tentam muda-lo a todo custo.” Por outro lado, a psicopedagoga defende que a interação entre pais e filhos independente dessa particularidade evolutiva. “Os adultos tendem a encarar o comportamento mais ativo como problema, esquecendo-se que aquela criança que fica caladinha, sozinha e tímida também pode estar sinalizando algo. A atenção dos pais é fundamental na educação da criança. A escola instrui para o conhecimento, mas quem prepara para a vida é a família”, diz. EspiritualidadeAs reflexões sobre as crianças índigo ultrapassam a esfera científica e chegam ao plano metafísico. O termo surgiu justamente da pesquisa feita pela metafísica Nancy Ann Tape, amiga dos autores de “The Children Indigo”. Por meio de uma câmera Kirlian, ela acompanhou os pesquisadores pelo mundo e fotografou a aura das crianças tidas como índigo. Foi quando constatou que a cor azul era comum em seus registros. Espírita kardecista, a psicopedagoga rio-pretense também acredita que essas crianças não estão vindo à Terra por acaso. “Depois de tanta exploração da natureza, tanta guerra, tanta violência, tanta desigualdade, essas crianças sinalizam um mundo melhor no futuro.” Características das crianças índigo- Tem alta sensibilidade- Tem excessivo montante de energia- Distrai-se facilmente ou tem baixo poder de concentração- Requer emocionalmente estabilidade e segurança de adultos em volta dela- Resiste à autoridade se não for democraticamente orientada- Possui maneiras preferenciais no aprendizado, particularmente na leitura e matemática- Podem se tornar frustrados facilmente porque têm grandes idéias, mas uma falta de recursos ou pessoas para assistirem pode comprometer o objetivo final- Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou serem simplesmente ouvintes.- Não conseguem ficar quietas ou sentadas, a menos que estejam envolvidas em alguma coisa do seu interesse- São muito compassivas; têm muitos medos tais como a morte e a perda dos amados- Se elas experimentarem muito cedo decepção ou falha, podem desistir e desenvolver um bloqueio permanente. Os tipos de índigos *HumanistaO índigo humanista vai trabalhar com as massas. Serão os futuros doutores, advogados, professores, vendedores, executivos e políticos. Vão servir as massas e são hiperativos. São extremamente sociais. Conversam com todo mundo e fazem amizade facilmente. São desastrados do ponto de vista motor e hiperativo, e de vez em quando vão dar com a cara no muro, pois esquecem de pisar no freio. Eles não sabem brincar com apenas um brinquedo. Ao invés disso, trazem todos para fora e os espalham. São do tipo que têm que ser permanentemente lembrados pois freqüentemente se esquecem das ordens simples e se distraem. Por exemplo, você pede para eles arrumarem o quarto. Eles começam a arrumar e de repente encontram um livro e começam a ler porque são leitores ferozes. *ConceitualOs índigos conceituais estão mais para projetos do que para pessoas. Serão os futuros engenheiros, arquitetos, projetistas, astronautas, pilotos e oficiais militares. Eles não são desajeitados, ao contrário, são bem atléticos como crianças. Eles têm um ar de controle e a pessoa que eles tentam controlar na maioria das vezes é a mãe se são meninos. As meninas tentam controlar os pais. Se eles são impedidos de fazer isso, existe um grande problema. Este tipo de índigo tem tendência para outras inclinações, especialmente as drogas na puberdade. Os pais precisam observar bem o padrão de comportamento dessas crianças quando elas começarem a esconder ou a dizer coisas tais como “Não chegue perto do meu quarto”. É exatamente quando os pais precisam se aproximar mais. *ArtistaEste tipo de índigo é muito mais sensível e freqüentemente menor em tamanho, embora isso não seja uma regra geral. Eles são mais fortemente ligados às artes. São criativos e serão os futuros professores e artistas. Em qualquer campo que eles se dediquem será sempre pelo lado criativo. Se eles entrarem na medicina, eles se tornarão cirurgiões ou pesquisadores. Quando eles entrarem nas artes, serão o ator dos atores. Entre 4 a 10 anos podem pegar até 15 diferentes artes criativas – fazer uma por cinco minutos e encostar. Portanto, se diz às mães de artistas e músicos: “Não compre instrumentos, mas alugue”. O índigo artista pode trabalhar com até cinco instrumentos diferentes e, então, quando entrarem na puberdade, escolherão um campo e se empenharão para se tornarem artistas nessa especialização. *InterdimensionalO índigo interdimensional é muito maior do que os demais índigos do ponto de vista de estatura. Entre 1 e 2 anos de idade você não pode dizer nada para eles. Eles dizem: “Eu já sei. Eu posso fazer isso. Deixe-me sozinho”. Eles serão os que trarão novas filosofias e espiritualidade para o mundo. Podem ser mais valentões porque são muito maiores e também porque não se encaixam no padrão dos outros três tipos.
Fonte/”The Indigo Children”, de Lee Carroll e Jan Tober – Tradução de Dailton Menezes
Crianças Índigo Não Existem
Uma criação do mercado de auto-ajuda norte-americano confunde pais e professores misturando misticismo e educação Por Paulo Henrique de Figueiredo

De vez em quando surge um modismo. Um dos atuais são as crianças índigo. A idéia surgiu entre palestrantes de auto-ajuda norte-americanos. Criança índigo é uma hipótese criada por Lee Carroll e Jan Tober em suas palestras. Eles leram um livro sobre cores de “auras”, escrito pela espiritualista Nancy Tappe em 1982, no qual a escritora imaginou o surgimento de crianças superdotadas relacionando suas auras com a cor índigo, ou azul-escura.Carroll e Tober acreditam que esses seres finalmente chegaram. As crianças índigo seriam líderes de uma nova civilização. O mundo será transformado por elas e então surgirá uma nova era. Outro palestrante de auto-ajuda, Robert Gerard, opina: “Os índigos vieram para servir ao planeta, aos pais e aos amigos como emissários do céu e disseminadores da sabedoria. Para mim são emissários do criador”. A nova geraçãoMas o que interessa esse tema ao Espiritismo? Desde 1868, os Espíritos anunciaram no livro A Gênese a chegada da uma nova geração. Pode-se considerar a percepção dos norte-americanos quanto a essa mudança a constatação de um fato natural: “A Terra, no dizer dos Espíritos, não terá de transformar-se por meio de um cataclismo que aniquile de súbito uma geração. A atual desaparecerá gradualmente e a nova lhe sucederá do mesmo modo, sem que haja mudança alguma na ordem natural das coisas. A época atual é de transição, assistimos à partida de uma e à chegada da outra”.Até aqui, tudo bem, mas segundo os escritores que defendem as crianças índigo elas são identificadas como extremamente inteligentes, só que também agem com orgulho, agressividade e prepotência. Na descrição feita pela Doutrina Espírita, conforme descrito em A Gênese, a nova geração se destaca pelo “sentimento inato do bem e nas crenças espiritualistas, o que constitui sinal indubitável de certo grau de adiantamento anterior”. A marca da nova geração é a fraternidade.A descrição das crianças índigo revela seres com um grande desenvolvimento intelectual, mas com imaturidade emocional ainda maior. Elas não têm paciência com os mais simples, preferem o isolamento, são dispersas, ficam traumatizadas quando erram e frustradas quando suas idéias não são aceitas. A mãe de uma delas descreve: “Desde a pré-escola tinha sido hiperativo, respondia mal aos professores, queria fazer tudo à sua maneira e era manipulador, percebendo a maneira de ser das pessoas e usando isso contra elas”, conta no livro Criança Índigo - de autoria de Lee Carroll e Jan Tober. “Se uma delas é trancada em um quarto, irá rabiscar as paredes e arrancar os tacos ou o carpete do chão. Tornam-se destrutivos”, afirma a espiritualista Nancy Tappe, na mesma obra. Com o rei na barrigaRyan Maluski é um jovem de 20 anos considerado índigo por Caroll e Tober. “Desde pequeno me senti muito diferente e só. Se quiser uma descrição ainda mais precisa, me sentia como um rei trabalhando como empregado e tratado como escravo”, relata. Quando tinha 2 anos, Ryan visitou o circo com os pais: “Veja os palhaços e os elefantes!”, disse sua mãe bastante animada. Inesperadamente seu filhou lhe virou um tapa no rosto, e continuou a assistir ao espetáculo. O mais incrível é um medico ter repreendido a mãe por ter estimulado a criança. “Da próxima vez, deveria deixá-lo mais à vontade para fazer as coisas ao seu modo”, afirmou (!). Liberdade e falta de educação são coisas diferentes. Educar significa saber quando dizer não e quando dizer sim. Limites são balizas da educação. Parece que a cultura norte-americana está perdendo completamente essa noção.Um comentário de Nancy Tappe é surpreendente: “Todas as crianças que mataram colegas de escola ou os próprios pais, com as quais pude ter contato, eram índigos. Trata-se de um novo conceito de sobrevivência. Todos nós possuíamos esse tipo de pensamento macabro quando crianças, mas tínhamos medo de colocá-lo em prática. Já os índigos não têm esse tipo de medo”, relata no livro Criança Índigo. Uma proposta perigosaCrianças índigo não existem! Em verdade, são espíritos com a missão de superar seu exaltado orgulho, aproveitando as últimas chances neste planeta para mudar de rumo. Os pais devem esclarecer a relativa importância do desenvolvimento intelectual quando a evolução moral é negligenciada. O educador desatento, entregue às falsas idéias sobre crianças índigo, poderá considerar o autoritarismo e malcriação como indício de superioridade. Terrível engano! Agem ainda pior os pais que, obedecendo ao modismo, exibem seus filhos com orgulho, declarando serem índigos. A criança pode até fingir não perceber quando é elogiada. Parece distraída enquanto os pais contam os feitos maravilhosos tomando café com as visitas. Contudo, está atenta, e a tudo observa. Ao perceber que seu comportamento contenta os pais, ela repete e os acentua, condicionando ainda mais seus hábitos presunçosos.Este é um dos maiores perigos da tese das crianças índigo: quando os pais se deixam manipular pelos filhos, seduzidos pelas habilidades intelectuais precoces, eles estão falhando em sua missão educativa.Modismos continuarão existindo. De olho nas vendas, autores norte-americanos já inventaram as crianças crystal. E a mais recente descoberta são as rainbow, ou “crianças arco-íris” como ficarão conhecidas em nossas terras se aqui aportarem.Se lidos esses livros, como todos, é necessário separar o joio do trigo. E sem bom senso para distinguir um de outro, corre-se o risco de ser arrebatado pelo canto da sereia do falso profetismo, como adverte o Evangelho: “Levantar-se-ão muitos falsos profetas que seduzirão a muitas pessoas e, porque abundará a iniqüidade, a caridade de muitos esfriará” (Mateus, 24:11). A missão dos paisA regeneração do planeta não se dará por uma simples substituição dos espíritos atrasados por superiores vindos do espaço. O mundo futuro “não se comporá exclusivamente de espíritos eminentemente superiores, mas dos que, já tendo progredido, se acham predispostos a assimilar todas as idéias progressistas e aptos a secundar o movimento de regeneração”, completam os Espíritos, também em A Gênese.Todo pai quer ver em seu filho uma criança especial ou justificar sua frustração diante de crianças difíceis. Isso explica o sucesso dessas idéias. Mas qual criança não é especial? Todas elas nos desafiam a perceber seus valores e distinguir seus defeitos no trabalho da educação. A vida no lar é a oportunidade para pais e filhos compreenderem suas almas. Mas ninguém vira santo do dia para a noite. O começo é uma mudança de propósitos: “A regeneração da humanidade não exige absolutamente a renovação integral dos Espíritos: basta uma modificação em suas disposições morais. Essa modificação se opera em todos quantos lhe estão predispostos, desde que sejam subtraídos à influência perniciosa do mundo. Assim, nem sempre os que voltam são outros espíritos; são com freqüência os mesmos, mas pensando e sentindo de outra maneira”, conclui Allan Kardec, num dos últimos parágrafos de A Gênese. E os incrédulos que acham tudo isso motivo de riso? Estes, diante da morte, “viverão, a despeito de si próprios e se verão, um dia, forçados a abrir os olhos”. E com essa frase Kardec encerra o livro. Ads by Google Terapia de Vidas PassadasSaiba Mais Sobre TVP e Hipnose no Seminário Internacional de TVP!www.regressioncongress.org Psicopatologia InfantilCurso com equipe multiprofissional Para terapeutas e alunos-graduaçãowww.comentada.com Livraria Espírita DeluzDescontos em todos os Livros Espíritas e Espiritualistas é aqui!www.livrariadeluz.com.br Distúrbio de AprendizagemAtendimento interdisciplinar

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