26 de out de 2008

Dicas pedagógicas!

Dicas pedagógicas para evangelização
: Jesus nos convida, através da evangelização, a sermos pescadores de almas, algumas dicas pedagógicas para que essa pescaria seja bem produtiva:
1. Faça sempre seu plano de aula. Ele será seu roteiro e guia.
2. Conheça seus evangelizandos. Enfim a aula é para eles e deve agradá-los.
3. Procure observar a seqüência lógica dos assuntos. A aprendizagem precisa de ordenação. Um assunto deve ser pré-requesito para outro que o complementa.
4. Determine os objetivos da sua aula e lembre-se: eles são direcionados ao evangelizando.
5. Questione: o que meu evangelizando precisa aprender? A resposta será o conteúdo da aula.
6. Estude muito bem o conteúdo estabelecido. Pesquise, consulte a bibliografia. Enriqueça sua aula.
7. Não esqueça a evangelização é espírita. Requer conteúdos da Doutrina Espírita em seu tríplice aspecto.
8. Relacione os conteúdos com a vivência do evangelizando Vincule a Doutrina Espírita às suas experiências concretas.
9. Escolha as atividades do encontro pensando no conteúdo e no que espera que os evangelizandos aprendam.
10. As atividades da aula é que concretizam o aprendizado, elas devem estar de acordo com os interesses, idade, características e possibilidades dos evangelizandos.
11. Faça sempre uma atividade inicial. Ela irá despertar o evangelizando para o encontro.
12. Não seja repetitivo. Varie a atividade inicial. As crianças precisam ser incentivadas de maneiras diferentes.
13. Faça atividades grupais. Socializar e integrar os evangelizandos, também, são objetivos da aula.
14. Se possível trabalhe com pequenos grupos. As discussões neles são mais produtivas.
15. As atividades individuais têm momento apropriado. Escolha uma que atenda aos objetivos do encontro.
16. Escolha as técnicas de ensino considerando: o nível do grupo, os objetivos propostos, o tempo disponível e o tipo de conteúdo a ser trabalhado.
17. Use estímulos visuais. Um bom recurso visual torna o assunto mais concreto.
18. Seja cuidadoso. Elabore seus recursos didáticos com capricho e beleza.
19. Seja crítico. Estabeleça ferramentas de avaliação do encontro. Use técnicas diversificadas.
20. Pergunte-se sempre: o encontro foi adequado aos meus evangelizandos? A resposta será avaliação dos conteúdos e atividades.
21. Fique atento ao desempenho dos evangelizandos. Suas reações são o termômetro do encontro.
22. O encontro é um conjunto de atividades. Faça a integração entre as partes.
23. Não deixe o encontro sem conclusão. Faça um resumo dos pontos principais. Transforme os objetivos em perguntas. Certifique-se se houve aprendizado.
24. Deixe claro para o evangelizando qual o assunto do estudo do dia. Eles precisam se preparar mentalmente para a aula.
25. Não fale para as paredes. Mantenha a ordem e a disciplina.
26. Mantenha-se no comando. Você é o líder e o responsável pela sala.
27. Evangelizador, sua presença é muito importante na sala de evangelização. Use seu comportamento para variar a situação de estímulo, movimentando-se, mudando o tom da voz, gesticulando, interagindo com os evangelizandos.
28. Seja pontual. Chegue à sala a tempo de preparar seus materiais didáticos e aguardar a chegada dos evangelizandos. Eles merecem seu carinho e atenção e você exercita a disciplina interior.
29. Lembre-se evangelizador, você é um voluntário. Mas, a evangelização conta com você. Assuma esse compromisso com responsabilidade.

7 de out de 2008

Casa Espírita

Para nosso...

conhecimento.RecadosAnimados.com

Organização e funcionamento na casa Espírita

O Departamento de Infância e Juventude tem a função específica de levar às crianças e aos jovens os conhecimentos espíritas e o estímulo à vivência do Espiritismo. No atingimento desse propósito deve se organizar, de modo a atender às referidas tarefas que se entrosam, mas que tem, cada uma suas peculiaridades e aspectos distintos. A evangelização espírita da criança e do jovem, considerados os aspectos psico-pedagógicos do trabalho, exige um corpo de evangelizadores/coordenadores que se especialize, através de cursos rápidos e intensivos, de cursos regulares, para o desempenho da missão, porque, dentro do seu grande objetivo, visa, não a transmissão mecânica e intelectual do ensinamento, mas a formação de valores morais e emocionais de conseqüências profundas e duradouras. Não se pode falar em evangelização espírita infanto-juvenil sem estender os ensinamentos espíritas aos lares dessas crianças e desses jovens, em especial aos seus pais. Concomitantemente às tarefas referidas, deverá ser desenvolvido um trabalho junto à família, que é a mais importante agência educativa que se conhece, em relação às novas gerações. O movimento de evangelização espírita infanto-juvenil demanda, portanto, preparo adequado a fim de que não se constitua uma tarefa dispersiva sem repercussão positiva no meio social. Desse modo, o DIJ da Casa Espírita deve estar constituído, basicamente, dos Setores de Infância e de Juventude, sendo coordenado por um Diretor, nomeado pelo Presidente da Casa, que fará parte da Diretoria da mesma, além dos coordenadores de setores.

ESTRUTURA ATRIBUIÇÕES DO DIRETOR DO DIJ ser membro da Diretoria da Sociedade Espírita, quando a sua estrutura administrativa o permitir; administrar as atividades do Departamento; elaborar com sua equipe, plano de atividades do ano, não esquecendo da necessidade de formar evangelizadores de infância e coordenadores de juventude, bem assim providenciar treinamentos contínuos para burilamento da equipe; apresentar o plano das atividades do DIJ à Diretoria; designar os evangelizadores e coordenadores que se responsabilizarão pela orientação dos ciclos de infância e de juventude; nomear entre os seus colaboradores, um coordenador para o Setor de Infância e outro para o Setor de Juventude, quando as condições de trabalho assim o permitirem; freqüentar, junto com sua equipe, cursos e treinamentos, com vistas à atualização de conhecimentos; promover reuniões com seus colaboradores, tanto de ordem administrativa como de ordem pedagógica; fazer a coordenação e acompanhamento permanente das atividades dos Setores do DIJ; participar do Movimento Federativo Municipal, Regional e Estadual; manter contato com o DIJ da União Regional Espírita e ou da Federativa Estadual; proceder à avaliação interna; entregar relatório à Diretoria da Instituição.

ATRIBUIÇÕES DOS COORDENADORES DE SETORES DA INFÂNCIA coordenar as atividades de evangelização infantil da Sociedade Espírita; distribuir o material de evangelização entre os evangelizadores; organizar a matrícula e registrar os dados de freqüência dos evangelizandos; participar de encontros de evangelizadores de infância, promovidos pelo seu Órgão de Unificação e ou Federativa; realizar reuniões de pais; proceder à avaliação interna das atividades do Setor; realizar outras tarefas propostas pelo Diretor do DIJ. DA JUVENTUDE coordenar as reuniões dos jovens na Sociedade Espírita; distribuir o material de evangelização aos coordenadores dos ciclos; participar de encontros de coordenadores de Juventude, programados pelo seu Órgão de Unificação e ou Federativa; dar oportunidade aos jovens para se integrar na Sociedade Espírita e no movimento municipal; realizar reuniões de pais; realizar outras tarefas propostas pelo Diretor do DIJ.

DOS EVANGELIZADORES E OU COORDENADORES desenvolver o plano de trabalho elaborado para o ano; comparecer à tarefa com assiduidade e pontualidade; comunicar, com antecedência, os seus impedimentos; participar dos Cursos Intensivos de Preparação ou Atualização, dos Encontros, Seminários, etc., programados pelo seu Órgão de Unificação e ou Federativa; manter em dia o registro de freqüência de seu ciclo; participar ativamente das reuniões de pais e evangelizadores;

SETOR DE JUVENTUDE A organização de Juventude nas Sociedades Espíritas tem por finalidade: ministrar os conhecimentos da Doutrina Espírita aos jovens, ensejando atividades de vivência desses conhecimentos; conceder aos jovens oportunidade de desempenhar tarefas, compatíveis com as suas possibilidades na Sociedade Espírita; conscientizar os jovens de que são eles os continuadores do movimento organizado do Espiritismo; favorecer o intercâmbio do jovem com outras Juventudes e sua integração no Movimento Espírita em geral. A Juventude, constituindo-se um dos Setores do DIJ da Sociedade Espírita, está sob sua coordenação e abrange:

Primeiro ciclo Adolescentes de 13 – 14 anos; Segundo ciclo Adolescentes de 15 – 17 anos; Terceiro ciclo Adolescentes de 18 – 25 anos.

Em caso de impossibilidade de se efetuar a divisão proposta, por falta de salas ou de coordenadores, poder-se-ão reunir os ciclos de acordo com a maior proximidade das idades. Os orientadores dos dois últimos ciclos de Juventude poderão constituir uma Comissão de Assessoramento, composta de jovens integrantes desses ciclos, que tenham demonstrado interesse especial pelas atividades da Juventude. Quanto ao envolvimento do jovem na Sociedade Espírita, são lembradas as seguintes atividades para aqueles que integram os dois últimos ciclos de Juventude: colaboração nas aulas de evangelização para crianças; prestação de serviços nos setores de secretaria, tesouraria e atividades assistenciais da Casa Espírita; colaboração nas reuniões públicas, doutrinárias, quer ocupando a tribuna, quer realizando outras atividades programadas para essas reuniões; auxílio na divulgação da Doutrina, participando da organização de bibliotecas, periódicos, na distribuição de mensagens. Além dessas, outras atividades poderão propiciar a perfeita integração do jovem na Casa Espírita.

RECOMENDAÇÕES GERAIS DIVULGAÇÃO DA TAREFA aproveitamento de todas as palestras públicas para esclarecimentos relativos à tarefa e informes sobre o seu andamento; utilização de cartazes e murais com incentivos e notícias; distribuição de mensagens focalizando a importância da evangelização da Infância e da Juventude, bem como sobre o Evangelho no Lar; aproveitamento dos periódicos para salientar a relevância da tarefa e publicar trabalhos dos jovens, e outros, bem como notícias.

MATRÍCULA Sendo a atividade de evangelização um trabalho sistematizado, convém realizar no início de cada ano um registro das crianças e dos jovens, em uma Ficha de Matrícula, contendo, entre outros, os seguintes dados: nome, data de nascimento, filiação, sexo, escolaridade, endereço, telefone e outras informações que forem julgadas necessárias (por exemplo, se a família é ou não espírita, se os pais são trabalhadores da Sociedade Espírita, se realizam Evangelho no Lar, etc.)

REGISTRO DE FREQÜÊNCIA Objetivando um melhor acompanhamento da participação das crianças e dos jovens nas reuniões da Evangelização Infantil e Juventude, e para facilitar o levantamento estatístico, com vistas ao relatório, sugere-se realizar um registro de freqüência.

FONTES DE CONSULTA: Organização e Funcionamento do DIJ nas Federativas - FEB Orientação ao Centro Espírita – FEB

1 de out de 2008

Allan kardec

Allan Kardec
PRECE
MOTIVAÇÃO:
Perguntar: Qual o(a) cantor(a) predileto(a)? Qual o(a) ator(atriz) predileto(a)? Qual o(a) escritor(a) predileto(a)? Comentar: Nós sempre temos alguém para admirar por suas obras, seja música, filmes, novelas, livros, etc.. Perguntar: Mas algum de vocês já se perguntou quem trabalhou para nos trazer a doutrina espírita? Essa obra que tanto devemos admirar? (mostrar os livros da codificação básica). Gancho: O maior obreiro da doutrina espírita, aqui no plano dos encarnados, foi Allan Kardec (escrever no quadro). É a nossa aula de hoje. Vamos conhecer um pouco mais sobre Allan Kardec.
DESENVOLVIMENTO: Comentar, utilizando cartaz 1: Nasceu em 3/10/1804, Paris, França. Seu nome verdadeiro era: Hypolitte Léon Denizard Rivail. Sua missão: abrir caminho para o Espiritismo (o consolador prometido). Reconstruir o “edifício desmoronado da crença em Cristo” (explicar por que desmoronado?). Comentar, utilizando cartaz 2: Do que ele dispunha para realizar sua missão? · Grande intelectualidade (inteligência e muito conhecimento). · Excelente capacidade de síntese (excelente raciocínio) · Muita força de vontade. · Disciplina. Contar uma pequena história explicando como ele fez isso (mesas girantes). Comentar, utilizando cartaz 3: E o que ele realizou? Quais foram seus resultados? · Compilação da doutrina espírita (explicar o que significa compilação). · Criação da Sociedade Espírita de Paris. · Criação da Revista Espírita. · Atividade doutrinária extensa (aulas, palestras, reuniões mediúnicas, etc.). Comentar, utilizando cartaz 1: Desencarnou em 31/04/1869 Dá-se o início da era Espírita Cristã.
ATIVIDADE: Fazer grupos de 5 crianças para responder as perguntas nos cartazes que valem pontos. É válido vender dicas. Para cada dica deve-se estipular um preço (em termos de pontos descontados), de acordo com o conteúdo da dica.
CONCLUSÃO: Allan Kardec é um exemplo de trabalho na seara do bem Para admirarmos a sua obra e honrá-la, devemos estudar o Espiritismo com seriedade e disciplina. É a forma de darmos valor ao seu trabalho. Comentar a frase: “Amai-vos e Instruí-vos” (afixar o cartaz).
PRECE FINAL

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